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25.11.13

Como se se vivesse assim. Respondi ao teu comentário despreocupado, a saber que isso constituía uma impossibilidade à vida humana. A sério, eu sei que é. Todos o sabemos. Ninguém vive sem ele. "Caga no amor Tiago". 

17.9.13

apertas os dedos contra a palma das mãos, ranges os dentes, falas fininho e sentes a pulsação radial sem qualquer tipo de toque. o problema é a diferença entre a minha vida e a tua. são os milhares contra os zeros que cada um tem para fazer. mudas o tom de compreensão para o de revolta e choras. e eu não quero ser assim. e tu pedes desculpa. e eu digo que te amo. e beijamo-nos.

12.7.13

juntos, chegamos à conclusão que não nos iamos preocupar com coisas desnecessárias. resultou no primeiro dia. será que não mostrar que me preocupo com coisas desnecessárias mesmo sabendo que o são, também resulta? ou me vai matar aos poucos? eu queria não lhes dar importância mas não consigo. 

18.6.13

disse a Inês que tinha alergia à vida. isso está mau, nês.

11.1.13

acho que todos nós, em alguma altura da nossa vida, conseguimos perceber que há pequenos pormenores que nos seguem não-sei-porquê. em conversas com a D percebemos que os dois tinhamos um número. um número que pode significar sorte ou azar. ainda não sabemos. e não sabemos se um dia vamos saber. um número que nos segue muitas vezes e que aparece em todo o lado. e a partir do momento em que detetamos a sua presenca, até ficamos com algum medo de descobrir o real significado deles. scary.

25.3.12

dei por mim dentro de um avião. não perguntei a ninguém onde estava, para onde ia e porque ali estava. à última com certeza ninguém me iria responder e era a mais importante. com as coisas importantes é sempre assim, só nós é que temos a resposta. deixei-me ir. pensei toda a viagem para onde estaria a ir. passaram-me arrepios pela pele dos braços e calores pela cara. destino quente?frio?

desci. país quente. desconhecido. calor. mais do que o normal para esta altura, dizia a velhota ao lado. Sérvia era o destino, o país ao qual tinha chegado e que só uma vida depois percebi que desde que lá mergulhei, nunca mais de lá consegui sair.

25.9.11

adoro o teu conceito de qualquer coisa. é que é mesmo quase tão inesperado como qualquer coisa. já sei que quando o dizes, posso esperar tudo.

22.1.11

se tudo o que nós fazemos for produto de um jogo, se nós só complicarmos as coisas porque não somos nós quem tem a faca e o queijo na mão, se nós formos uns simples bonecos que, embora pareca, não temos opinião própria, então trocam-se os ditos pelos não ditos e a vida só acabará quando o jogador se fartar de nós.

25.12.10

"és uma caixinha de surpresas. mas uma caixinha vazia, e sabes porquê? porque não és um buffet. não és a toys'r'us. não é chegar, abrir a caixa e escolher o que quer ver, provar, experimentar. de nada serve arrancar seja o que for de ti. és demasiado especial para isso. a tua caixa por mais vezes que se abra, estará sempre igual: vazia. para ver as surpresas lá dentro, apenas nos momentos certos. escolhidos por ti."

18.11.10

eu não desabafo, eu choro. não é igual?

4.11.10

ela - ele é tão resmungão, foda-se.
eu - ele não é resmungão apenas por ser, e acho que tu não sabes disso. às vezes temos a necessidade de ficar calados e guardar para nós o que sentimos. é não deixares passar aos outros as expressões que demonstrem o teu descontentamento sobre o que eu disse ou o que ela disse ou fez. é normalmente um pouco do que nos acontece todos os dias. e eu pessoalmente até acho que é o correcto. mas ele não é assim, e tens que aceitar isso. ele não é resmungão só porque não consegue ficar com as coisinhas todas dentro dele sem se expressar. ele é só diferente e, se queres que te diga, até acho que é mais sincero. por isso não te preocupes e fala com ele.

19.10.10

f (1)

- ah, explica-me o nome do blog.
- então, o que não percebes?
- opá explica.
- então, primeiro, eu ligo sempre o amor ao inverno, certo?
- ah, sim. o quentinho, a lareira, sim...
- então é isso. preparar-se para o amor, para o inverno. porque para mim "o inverno é o amor", mais ou menos isso.

14.10.10

lil (1)

eu - nunca estás triste?
lil - aqui na escola não. para quê? estar triste é em casa, não aqui, quando estou rodeada de pessoas animadas, de quem gosto.
eu - então só estas mesmo triste em casa?
lil - sim...

6.10.10

mi (2)

mi- sinto-me tão superior a essa gente que se perde.
eu- eu sinto pena.
mi- eu só vou ter pena no final. cada um tem o que merece.
eu- sendo assim também a minha felicidade seria momentânea.
mi- porque?
eu- tanto já sofri como fiz sofrer.
mi- sim, a diferença é que uns fazem de propósito, outros não. cometem sempre os mesmos erros.
eu- eu se calhar também faço de propósito.
mi- tenho a certeza que não é da mesma forma. a certeza.

5.10.10

ri (1)

eu- ah booom
eu- buuum
eu- biiim
ri- tiago , estives-te a beber algo?
eu- não havia um animal da disney que era o...opa, aquele viado, bimbim ou o caralho
ri- bambi
eu- isso

27.9.10

bá (1)

bá- pensei numa cena brutal. bárbara - bábi - bá+bi
eu- ahm...
bá- devias por no teu blog algo sobre mim
eu- vou pôr isso
bá- ahah ninguem vai ao teu blog, por isso
eu- vou pôr mesmo, só por causa dessa
bá- que giro. põe põe, mete mete

30.8.10

mi (1)

mi- é tudo uma ilusão, digo-te.
eu- as amizades ?
mi- as amizades em demasia.
eu- percebo.